O 8º ano C surpreendeu! Colocaram toda sua criatividade e disposição nessas propagandas de alguns dos livros lidos ao longo do ano. Vale a pena conferir não só seus trabalhos, bem como a leitura dessas obras tão fantásticas: A voz do silêncio, A moreninha, Os miseráveis. Fica então o convite do 8ºC, e como eles mesmos disseram: viva uma aventura sem sair de casa!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Testes da Fuvest - 9º ano (2011)
Olá, meninos!
Tudo bem?
Abaixo seguem os dois testes cujas resoluções me pediram:
(FUVEST) "A cláusula mostra que tu não queres enganar." A classe gramatical da palavra que no trecho acima é a mesma da palavra que na seguinte frase:
a) Ficam desde já excluídos os sonhadores, os que amem o mistério.
b) Não foi a religião que te inspirou esse anúncio.
c) Que não pedes um diálogo de amor, é claro.
d) Que foi então, senão a triste, longa e aborrecida experiência?
e) Quem és tu que sabes tanto?
Bom, temos que pensar nessa questão sobre a função da palavra "quê" no enunciado. Observem que a oração subordinada completa a principal, pois funciona como objeto direto dessa. Trata-se, portanto, de uma conjunção integrante. Essas conjunções só podem introduzir orações subordinadas substantivas. Uma dica? Troquem toda a oração "que tu não queres enganar" pelo pronome "isso", ou seja, "a cláusula mostra isso". Viu como tem sentido? É porque é uma oração subordinada substantiva.
Então, só encontramos uma oração desse tipo na letra C. A oração "que não pedes um diálogo de amor" pode ser facilmente substituída por "isso", ficando "isso é claro".
Nas alternativas A, B e E, encontramos pronomes relativos. Em A, o "quê" substitui "os"; em B, "a religião" e em E, "tu". Na alternativa D, há um pronome interrogativo.
(FUVEST) "É da história do mundo que (1) as elites nunca introduziram mudanças que (2) favorecessem a sociedade como um todo. Estaríamos nos enganando se achássemos que (3) estas lideranças empresariais aqui reunidas teriam motivação para fazer a distribuição de poderes e rendas que (4) uma nação equilibrada precisa ter." O vocábulo que está numerado em suas quatro ocorrências, nas quais se classifica como conjunção integrante e como pronome relativo. Assinalar a alternativa que registra a classificação correta em cada caso, pela ordem:
a. 1. pronome relativo, 2. conjunção integrante, 3. pronome relativo, 4. conjunção integrante
b. 1. conjunção integrante, 2. pronome relativo, 3. pronome relativo, 4. conjunção integrante
c. 1. pronome relativo, 2. pronome relativo, 3. conjunção integrante, 4. conjunção integrante
d. 1. conjunção integrante, 2. pronome relativo, 3. conjunção integrante 4. pronome relativo
e. 1. pronome relativo, 2. conjunção integrante, 3. conjunção integrante, 4. pronome relativo
Essa questão é ótima!
Devemos ter o mesmo raciocínio que na oração anterior.
O primeiro "quê" é uma conjunção integrante. Observe que podemos substituir "que as elites nunca introduziram mudanças" por "isso", ou seja "isso é da história do mundo".
Ah, mas será que não poderíamos pensar que o "quê" substitui "mundo", então "as elites nunca introduziram mudanças no mundo"? Até poderia ser, se não fosse um pequeno, mas muito importante, detalhe: a preposição. Caso fosse um pronome relativo, deveria ser "em que as elites nunca introduziram mudanças".
Não é exatamente isso que estamos estudando? A preposição, quando necessária, anteposta ao pronome relativo?
Prosseguindo: no segundo caso, "quê" substitui "mudanças", afinal, "mudanças favorecem a sociedade como um todo". Troquem o pronome por "as quais". Deu sentido, não?
Terceiro caso: novamente, "quê" como conjunção integrante. "Estaríamos nos enganando se achássemos ISSO".
Quarto caso: um pronome relativo. Vejam que "uma nação equilibrada precisa ter distribuição de poderes e rendas", ou seja, facilmente substituído por "a qual".
Ficou mais claro?
Qualquer dúvida, é só falarem!
Tudo bem?
Abaixo seguem os dois testes cujas resoluções me pediram:
(FUVEST) "A cláusula mostra que tu não queres enganar." A classe gramatical da palavra que no trecho acima é a mesma da palavra que na seguinte frase:
a) Ficam desde já excluídos os sonhadores, os que amem o mistério.
b) Não foi a religião que te inspirou esse anúncio.
c) Que não pedes um diálogo de amor, é claro.
d) Que foi então, senão a triste, longa e aborrecida experiência?
e) Quem és tu que sabes tanto?
Bom, temos que pensar nessa questão sobre a função da palavra "quê" no enunciado. Observem que a oração subordinada completa a principal, pois funciona como objeto direto dessa. Trata-se, portanto, de uma conjunção integrante. Essas conjunções só podem introduzir orações subordinadas substantivas. Uma dica? Troquem toda a oração "que tu não queres enganar" pelo pronome "isso", ou seja, "a cláusula mostra isso". Viu como tem sentido? É porque é uma oração subordinada substantiva.
Então, só encontramos uma oração desse tipo na letra C. A oração "que não pedes um diálogo de amor" pode ser facilmente substituída por "isso", ficando "isso é claro".
Nas alternativas A, B e E, encontramos pronomes relativos. Em A, o "quê" substitui "os"; em B, "a religião" e em E, "tu". Na alternativa D, há um pronome interrogativo.
(FUVEST) "É da história do mundo que (1) as elites nunca introduziram mudanças que (2) favorecessem a sociedade como um todo. Estaríamos nos enganando se achássemos que (3) estas lideranças empresariais aqui reunidas teriam motivação para fazer a distribuição de poderes e rendas que (4) uma nação equilibrada precisa ter." O vocábulo que está numerado em suas quatro ocorrências, nas quais se classifica como conjunção integrante e como pronome relativo. Assinalar a alternativa que registra a classificação correta em cada caso, pela ordem:
a. 1. pronome relativo, 2. conjunção integrante, 3. pronome relativo, 4. conjunção integrante
b. 1. conjunção integrante, 2. pronome relativo, 3. pronome relativo, 4. conjunção integrante
c. 1. pronome relativo, 2. pronome relativo, 3. conjunção integrante, 4. conjunção integrante
d. 1. conjunção integrante, 2. pronome relativo, 3. conjunção integrante 4. pronome relativo
e. 1. pronome relativo, 2. conjunção integrante, 3. conjunção integrante, 4. pronome relativo
Essa questão é ótima!
Devemos ter o mesmo raciocínio que na oração anterior.
O primeiro "quê" é uma conjunção integrante. Observe que podemos substituir "que as elites nunca introduziram mudanças" por "isso", ou seja "isso é da história do mundo".
Ah, mas será que não poderíamos pensar que o "quê" substitui "mundo", então "as elites nunca introduziram mudanças no mundo"? Até poderia ser, se não fosse um pequeno, mas muito importante, detalhe: a preposição. Caso fosse um pronome relativo, deveria ser "em que as elites nunca introduziram mudanças".
Não é exatamente isso que estamos estudando? A preposição, quando necessária, anteposta ao pronome relativo?
Prosseguindo: no segundo caso, "quê" substitui "mudanças", afinal, "mudanças favorecem a sociedade como um todo". Troquem o pronome por "as quais". Deu sentido, não?
Terceiro caso: novamente, "quê" como conjunção integrante. "Estaríamos nos enganando se achássemos ISSO".
Quarto caso: um pronome relativo. Vejam que "uma nação equilibrada precisa ter distribuição de poderes e rendas", ou seja, facilmente substituído por "a qual".
Ficou mais claro?
Qualquer dúvida, é só falarem!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Análise sintática - 8º ano (2011)
Olá, meninos!
Abaixo segue a análise sintática do exercício 4 da folha de revisão:
a) Escolhi a opção sensata: a verdade.
Sujeito elíptico: eu
Predicado verbal: escolhi a opção sensata: a verdade.
Núcleo do predicado verbal: escolhi (verbo transitivo direto)
Objeto direto: a opção sensata, sendo "opção" o núcleo e "a", "sensata" adjuntos adnominais
Aposto explicativo: a verdade
b) Há irresponsabilidade nas ações da sociedade ultimamente.
Oração sem sujeito
Predicado verbal: há irresponsabilidade nas ações da sociedade ultimamente
Núcleo do predicado verbal: há (verbo transitivo direto)
Objeto direto: irresponsabilidade
Adjunto adverbial de lugar: nas ações da sociedade
Adjunto adverbial de tempo: ultimamente
c) Na noite passada, cometeu-se um assassinato brutal.
Sujeito simples: um assassinato brutal, sendo "assassinato" o núcleo e "um", "brutal" adjuntos adnominais
Obs: "cometeu-se um assassinato brutal" é o mesmo que dizer "um assassinato brutal foi cometido"
Predicado verbal (voz passiva): na noite passada, cometeu-se
Núcleo do predicado verbal: cometeu (verbo transitivo direto)
Se: partícula apassivadora
Adjunto adverbial de tempo: na noite passada
d) De repente, entrou apavorado.
Sujeito elíptico: ele
Predicado verbo-nominal: de repente, entrou apavorado
Núcleo do predicado verbo-nominal: entrou (verbo intransitivo), apavorado (predicativo do sujeito)
Adjunto adverbial de modo: de repente
e) Já não sabia mais as respostas.
Sujeito elíptico: eu, ele
Predicado verbal: já não sabia mais as respostas
Núcleo do predicado verbal: sabia (verbo transitivo direto)
Objeto direto: as respostas, sendo "respostas" o núcleo, "as" adjunto adnominal
Adjunto adverbial de tempo: já
Adjunto adverbial de negação: não
Adjunto adverbial de intensidade: mais
É isso aí, meninos!
Bom estudo a todos!
Abaixo segue a análise sintática do exercício 4 da folha de revisão:
a) Escolhi a opção sensata: a verdade.
Sujeito elíptico: eu
Predicado verbal: escolhi a opção sensata: a verdade.
Núcleo do predicado verbal: escolhi (verbo transitivo direto)
Objeto direto: a opção sensata, sendo "opção" o núcleo e "a", "sensata" adjuntos adnominais
Aposto explicativo: a verdade
b) Há irresponsabilidade nas ações da sociedade ultimamente.
Oração sem sujeito
Predicado verbal: há irresponsabilidade nas ações da sociedade ultimamente
Núcleo do predicado verbal: há (verbo transitivo direto)
Objeto direto: irresponsabilidade
Adjunto adverbial de lugar: nas ações da sociedade
Adjunto adverbial de tempo: ultimamente
c) Na noite passada, cometeu-se um assassinato brutal.
Sujeito simples: um assassinato brutal, sendo "assassinato" o núcleo e "um", "brutal" adjuntos adnominais
Obs: "cometeu-se um assassinato brutal" é o mesmo que dizer "um assassinato brutal foi cometido"
Predicado verbal (voz passiva): na noite passada, cometeu-se
Núcleo do predicado verbal: cometeu (verbo transitivo direto)
Se: partícula apassivadora
Adjunto adverbial de tempo: na noite passada
d) De repente, entrou apavorado.
Sujeito elíptico: ele
Predicado verbo-nominal: de repente, entrou apavorado
Núcleo do predicado verbo-nominal: entrou (verbo intransitivo), apavorado (predicativo do sujeito)
Adjunto adverbial de modo: de repente
e) Já não sabia mais as respostas.
Sujeito elíptico: eu, ele
Predicado verbal: já não sabia mais as respostas
Núcleo do predicado verbal: sabia (verbo transitivo direto)
Objeto direto: as respostas, sendo "respostas" o núcleo, "as" adjunto adnominal
Adjunto adverbial de tempo: já
Adjunto adverbial de negação: não
Adjunto adverbial de intensidade: mais
É isso aí, meninos!
Bom estudo a todos!
terça-feira, 5 de abril de 2011
I gesti italiani
Chi ha visto il film "Comer, rezar e amar" certamente si ricorda di quando è spiegato alla protagonista, interpretata da Julia Roberts, che gli italiani parlano anche con le mani... Ed è vero!!! È moltissimo curioso!!!Prima di essere un paese unificato, ogni regione italiana aveva quase che la sua propria lingua. Così, come communicarsi? Travverso le mani!! Guardate il video! Ne vale la pena! Alcuni gesti sono molto simili ai gesti usati qui in Brasile.
L'interessante è che prima delle interpretazioni dei gesti, c'è la sua spiegazione in italiano, inglese e spagnolo. È molto semplice!
Questo è il link: http://www.youtube.com/watch?v=oTXh25kk3hc
Baci!
L'interessante è che prima delle interpretazioni dei gesti, c'è la sua spiegazione in italiano, inglese e spagnolo. È molto semplice!
Questo è il link: http://www.youtube.com/watch?v=oTXh25kk3hc
Baci!
domingo, 22 de agosto de 2010
Respostas dos exercícios - 8º ano
1 - a) oração subordinada substantiva subjetiva
b) oração subordinada substantiva subjetiva
c) oração subordinada substantiva predicativa
d) oração subordinada substantiva objetiva direta
e) oração subordinada substantiva completiva nominal
f) oração subordinada substantiva subjetiva
g) oração subordinada substantiva objetiva direta
h) oração subordinada substantiva objetiva indireta
2 - a) que auxilies. sujeito
b) a que desista do caso. sujeito
c) que telefone. objeto direto
d) que o marido voltasse. predicativo do sujeito
e) de que venceremos. complemento nominal
f) de que colabore. complemento nominal
3 - a) a imprecisão dos números.
b) pela manutenção da greve.
c) o aprendizado, durante o sono, de uma segunda língua?
d) a difusão dos genéricos contra Aids.
4 - a) período composto por subordinação
parecia: oração principal
que estava nos dizendo alguma coisa: oração subordinada substantiva subjetiva
b) período composto por coordenação
as formigas destroem as lavouras: oração coordenada assindética
mas revolvem a terra: oração coordenada sindética adversativa
e defendem sua fertilidade: oração coordenada sindética aditiva
c) período composto por subordinação
cientistas afirmam: oração principal
que existe um buraco negro no centro da Via Láctea: oração subordinada substantiva objetiva direta
d) período composto por subordinação
é necessário: oração principal
que a inflação permaneça controlada: oração subordinada substantiva subjetiva
e) período composto por coordenação
a criança não mamava: oração coordenada assindética
nem dormia direito: oração coordenada sindética aditiva
mas já dava sinais de melhora: oração coordenada sindética adversativa
5 - a) visita
b) tinham
c) deságua/desaguam
d) restaram
e) fazem-se
f) desembarcavam
g) crescia/ cresciam - se enrodilhavam
h) elegestes
i) condenará/condenaremos
j) escreves
k) sofreu
6 - a) espantava
b) ficava/ficavam
c) foram
d) despertava
e) receberão
f) viajaram
g) vinha/vinham
h) deixou
i) eram
j) recebeu/receberam
b) oração subordinada substantiva subjetiva
c) oração subordinada substantiva predicativa
d) oração subordinada substantiva objetiva direta
e) oração subordinada substantiva completiva nominal
f) oração subordinada substantiva subjetiva
g) oração subordinada substantiva objetiva direta
h) oração subordinada substantiva objetiva indireta
2 - a) que auxilies. sujeito
b) a que desista do caso. sujeito
c) que telefone. objeto direto
d) que o marido voltasse. predicativo do sujeito
e) de que venceremos. complemento nominal
f) de que colabore. complemento nominal
3 - a) a imprecisão dos números.
b) pela manutenção da greve.
c) o aprendizado, durante o sono, de uma segunda língua?
d) a difusão dos genéricos contra Aids.
4 - a) período composto por subordinação
parecia: oração principal
que estava nos dizendo alguma coisa: oração subordinada substantiva subjetiva
b) período composto por coordenação
as formigas destroem as lavouras: oração coordenada assindética
mas revolvem a terra: oração coordenada sindética adversativa
e defendem sua fertilidade: oração coordenada sindética aditiva
c) período composto por subordinação
cientistas afirmam: oração principal
que existe um buraco negro no centro da Via Láctea: oração subordinada substantiva objetiva direta
d) período composto por subordinação
é necessário: oração principal
que a inflação permaneça controlada: oração subordinada substantiva subjetiva
e) período composto por coordenação
a criança não mamava: oração coordenada assindética
nem dormia direito: oração coordenada sindética aditiva
mas já dava sinais de melhora: oração coordenada sindética adversativa
5 - a) visita
b) tinham
c) deságua/desaguam
d) restaram
e) fazem-se
f) desembarcavam
g) crescia/ cresciam - se enrodilhavam
h) elegestes
i) condenará/condenaremos
j) escreves
k) sofreu
6 - a) espantava
b) ficava/ficavam
c) foram
d) despertava
e) receberão
f) viajaram
g) vinha/vinham
h) deixou
i) eram
j) recebeu/receberam
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Em domicílio ou a domícílio?
Em domicílio se usa com verbos ou nomes estáticos.
A domicílio se usa com verbos ou nomes dinâmicos.
Ex: Entregaremos sua compra em domicílio.
Faremos entrega em domicílio.
Dão-se aulas em domicílio.
Combina-se ida a domicílio.
Iremos a domicílio ministrar aulas.
Levam-se compras a domicílio.
(MAZZAROTTO, Luiz Fernando. Novo manual de gramática. São Paulo: DCL, 2009)
A domicílio se usa com verbos ou nomes dinâmicos.
Ex: Entregaremos sua compra em domicílio.
Faremos entrega em domicílio.
Dão-se aulas em domicílio.
Combina-se ida a domicílio.
Iremos a domicílio ministrar aulas.
Levam-se compras a domicílio.
(MAZZAROTTO, Luiz Fernando. Novo manual de gramática. São Paulo: DCL, 2009)
sábado, 14 de novembro de 2009
Julgamento de Jean Valjean (2007)
Na França do século XIX, Jean Valjean é preso por roubar um pão quando seus sobrinhos passavam fome. Após 19 anos, consegue sua liberdade condicional, mas acaba por roubar o Monsenhor Benvindo, crime pelo qual se arrependerá por toda a sua vida e tentará se redimir fazendo o bem ao próximo.
Após a leitura do livro, a 7ª série resolveu fazer um julgamento de Jean. Com argumentos baseados na leitura e com a defesa e acusação elaboradas pelos próprios alunos, o júri se decidiu pela inocência do réu, entusiasticamente comemorada pelo público formado pela Educação Infantil.
Após a leitura do livro, a 7ª série resolveu fazer um julgamento de Jean. Com argumentos baseados na leitura e com a defesa e acusação elaboradas pelos próprios alunos, o júri se decidiu pela inocência do réu, entusiasticamente comemorada pelo público formado pela Educação Infantil.
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